Asas partidas
Kahlil Gibran e Angelo C. de Andrade


Como um Romeu e Julieta do Oriente Médio, este romance de Kahlil Gibran expressa com maestria a sublime beleza do primeiro amor e a infinita dor da renúncia. De evidente caráter autobiográfico, nele o protagonista Gibran tem seu jovem espírito despertado pela primeira vez para a ternura e o afeto, em conflito com a dúvida e o sofrimento de perda.

Gibran descreveu lindamente, poeticamente, o seu primeiro amor. Pelo cunho de realidade em meio à fantasia poética, assemelha-se a história do primeiro amor de cada jovem. História das primeiras alegrias primaveris e dos primeiros sofrimentos também.

É o amor povoando a solidão das noites, despertando gigantes adormecidos. Vivenciando ao mesmo tempo terríveis presságios e maravilhosas doçuras. Gibran e sua amada foram expulsos de seu paraíso pelo orgulho e a ganância. Seus sonhos de felicidade desfeitos.

Asas Partidas é uma obra para ser lida e entendida enquanto houver sensibilidade ao amor, à beleza, aos sonhos primaveris; entremeados com a lástima da maldade que ainda impera no coração do homem.



Fonte:
Portal PDL

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